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O que foi o III Concílio de Cartago?

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O que era um concílio?

Conforme a Enciclopédia Católica (1908), os concílios são assembleias, reuniões amplas, cujos participantes são fundamentalmente os bispos, ainda que possa haver a participação – sem direito a voto – de outros clérigos e também de leigos, como ocorreu no concílio do Vaticano II.

Geralmente os concílios ocorrerem sobre debates de cunho teológico ou disciplinar, que em quase todos os casos resultam na criação de uma norma, sentença ou esclarecimento doutrinal na forma de um cânone.

O que foi o concílio de Cartago?

Uma das questões mais debatidas hoje em dia é sobre o cânon da Bíblia, e quando investigamos esse assunto não tem como não nos perguntarmos “O que foi o III concílio de Cartago?”.

A cidade de Cartago foi fundada pelos fenícios na costa norte da África por volta de 800 a.C. Posteriormente ela foi conquistada pelos romanos em 146 a.C., a cidade foi o centro mercantil do mar Mediterrâneo ocidental. Hoje, Cartago é um subúrbio de Túnis, a capital da Tunísia.

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O problema que gerou o IIIº concílio de Cartago?

A cidade de Cartago no norte da África se tornou cristã logo cedo e por isso passou a sofrer perseguição do império romano. A igreja em Cartago permaneceu firme e aumentou em número de adeptos.

Mas como todo local onde o cristianismo cresceu veio junto às divisões por conta de interpretações e então surgiram os concílios naquela cidade. O primeiro concílio foi dirigido por Agripino de Cartago (218-222 d.C) e teve como discussão o batismo dos heréticos.

O segundo concílio foi dirigido por Cipriano e tratou sobre os cristãos que apostataram da fé mediante perseguição do império romano e também foi abordada novamente a questão do batismo dos heréticos.

Nessa época apareceram muitos livros que outorgava sobre si inspiração divina. Então, mediante a necessidade de estabelecer quais livros seriam considerados canônicos naquela região, em Agosto de 397 foi promulgada a lista com os livros que seriam aceitos como canônicos em Cartago.

O cânon

A palavra “cânon” vem do grego e significa “uma vara reta de medir” ou “um padrão de medida”. Em um determinado momento passou a chamar-se lista ou catálogo. Posteriormente passou a ser utilizada significando padrão de conduta ou de opinião, e finalmente aplicada aos livros da Bíblia. De posse dessas informações podemos dizer que Cânon ou Escrituras Canônicas é a coleção dos livros divinamente inspirados, que constituem a Bíblia. No sentido religioso, cânon não significa aquilo que mede, mas aquilo que serve de norma, regra (Gl 6.6).

Os livros da Bíblia foram chamados canônicos, pois era um forma de diferenciá–los dos deuterocanônicos e apócrifos, que segundo a tradição seriam os livros (não genuínos ou espúrios). O primeiro a usar a palavra Cânon foi Orígenes (185- 254) em referência a Bíblia.

A lista de livros canonizados

Segundo Heinrich Joseph Dominicus Denzinger (Liége, 10 de Outubro de 1819 – 1883) um teólogo católico, em 28 de agosto de 397 concílio de Cartago publicou um cânon da Bíblia, enumerando os livros a seguir: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 4 livros de Reis, 2 livros de Crônicas, Jó, Salmos de Davi, 5 livros de Salomão, 12 livros de profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, 2 livros de Esdras, 2 livros de Macabeus.” No Novo Testamento, “4 Evangelhos, 1 livro de Atos dos Apóstolos, 13 cartas paulinas, 1 carta dele para os Hebreus, 2 de Pedro, 3 de João, 1 de Tiago, 1 de Judas e o Apocalipse de João”.

Pudemos verificar que o cânon de livros da Bíblia usada no norte da África era diferente de outras regiões cristãs, o que você acha disso?

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1 Comentário

  1. por isso que creio ser os ortodoxos coptas,os primeiros cristãos a ter a biblia,a fazer parte da comunidade crista,vejo como os evangelicos estao distantes da historia da igreja,a paz de cristo!!!


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