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Quem foram as polacas judias?

Quem foram as polacas judias?

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Caro visitante você verá através desse post, que a vida de milhares de pessoas no passado foram traficadas e usadas com propósito de escravidão e ou prostituição. Nesse post, estaremos abordando sobre as polacas judias (judias europeias que foram traficadas por antissemitas e que vieram para o Brasil, alimentar o mercado da prostituição). Através desse pequeno informativo você terá conhecimento do grau de depravação moral que algumas pessoas podem chegar.

Segundo  Merriam-Webster Dictionary, o antissemitismo é o preconceito, hostilidade ou discriminação contra semitas baseada em ódio contra seu histórico étnico, cultural e/ou religioso.

A amostra [In]visíveis

Dos dias 26 de Outubro a 14 de Dezembro de 2019, a Oficina Cultural Oswald de Andrade, que se encontra no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, estará realizando a amostra “[In]visíveis – Polacas: Memórias e Resistência, um trabalho realizado pelas artistas Eva Castiel, Fanny Feigenson e Fulvia Molina.

O que trata a amostra [In]visíveis – Polacas: Memórias e Resistência?

A exposição (In)visíveis, recupera a história e memória das mulheres judias, que na época dos ataques antissemitas na Europa Oriental eram trazidas para o Brasil, com o objetivo de servirem como trabalhadoras do sexo em prostíbulos de cidades como Rio de Janeiro, Santos e São Paulo. Sabe-se que até os anos de 1930 centenas desses prostíbulos foram estabelecidos no Brasil.

Consequências

Desonradas pela sociedade e pela comunidade judaica, essas mulheres tiveram que criar suas Sinagogas e cemitérios. Nessa situação indigna que lhes roubava os direitos, muitas delas não conseguiram ser enterradas num cemitério judaico, com as devidas honras, pois seu direitos foram revogados pelas leis judaicas.

Foto de uma polaca judia que teve seu corpo sepultado sem o reconhecimento da religião judaica.

Conclusão

Esse post nos mostra quão perigoso e destruidor pode ser o fundamentalismo religioso e ideológico, seja numa religião, esporte e política. Muitos religiosos e fanáticos preferem a ignominia do próximo, a morte, o desterro e o ostracismo, quando o estilo de vida daqueles não condiz com sua crença e o literalismo de seu livro sagrado e ou ideologia de vida. Em nome dessa suposta santidade, muitos fecham os olhos para as circunstâncias que levaram o seu próximo a um estilo de vida que lhe fere sua santidade. Ser religioso é ser humano, saber ouvir, ajudar, amar o próximo e não lhe privar de seus direitos. Os gritos dessas mulheres juntamente com milhares de outras vidas que passaram pela história, ecoam contra a injustiça cometida pelos religiosos em nome de Deus.

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